Conab realiza mais um leilão de Pepro no dia 28

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25/08/2014
Ministério da Agricultura

Conab realiza mais um leilão de Pepro no dia 28

Serão ofertadas 1,75 milhão de toneladas de milho

 

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realiza nesta quinta-feira (28) o segundo leilão de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro) para escoamento de milho da safra 2013/2014, de 1,75 milhão de toneladas do grão. A operação será voltada principalmente para produtores rurais e cooperativas de Mato Grosso, Goiás e região norte de Mato Grosso do Sul. A novidade deste pregão é a inclusão das regiões do oeste da Bahia, sul do Maranhão e do sul do Piauí.

O estado onde haverá a maior quantidade de milho a ser leiloado é o Mato Grosso (1,45 milhão de t). Este montante será dividido em cinco regiões: norte (500 mil t), centro-norte (550 mil t), centro-sul (250 mil t), nordeste (100 mil t) e sudeste (50 mil t). Goiás e a região norte de Mato Grosso do Sul participarão com 75 mil t cada.

O preço do milho em grãos será de R$ 0,226/kg para o estado de Mato Grosso, R$ 0,2945/kg para Mato Grosso do Sul e Goiás, e R$ 0,36/kg para o oeste da Bahia, sul do Maranhão e sul do Piauí. A venda do produto deve ser realizada até o dia 2 de outubro. O prazo para a comprovação do escoamento é até 24 de fevereiro de 2015. Na ocasião, o arrematante deverá entregar  cópia de toda a documentação exigida na comprovação, acompanhada dos respectivos originais, para autenticação pela Conab.

O produto in natura ou processado, no caso das indústrias de ração, deverá ser escoado para qualquer localidade, não podendo ter como destino final os estados que compõem a região Centro Oeste, Sul e Sudeste (exceto os estados do RJ, ES e norte de MG). Também não poderá ser escoado para Bahia, Maranhão, Piauí, Sergipe, Pará, Rondônia e  Tocantins.

Primeira operação – Na última quarta-feira (20), a Conab realizou um leilão de Pepro que comercializou 898 mil t de milho, 85,5% do total de 1,05 milhão de t que foi ofertado. O objetivo dessas operações de escoamento é permitir a elevação do preço de mercado nos locais em que o milho está excedente e, ao mesmo tempo, abastecer as regiões que sofrem com a escassez do produto. (Conforme informações da Conab).